Ortopedia e Traumatologia da Criança e do Adolescente

AS ORIENTAÇÕES AQUI APRESENTADAS DESTINAM-SE AOS PACIENTES E SEUS FAMILIARES. FOI ESCRITA EM LINGUAGEM LEIGA,
EVITANDO-SE TERMOS TÉCNICOS. EMBORA NOSSA INTENÇÃO SEJA CONTRIBUIR COM INFORMAÇÕES GERAIS, ELAS NÃO SUBSTITUEM
AS ORIENTAÇÕES DADAS PELO SEU MÉDICO, QUE CONHECE OS DETALHES DO SEU PROBLEMA E PODERÁ, DE FATO, REALIZAR
ORIENTAÇÃO EFETIVA E PARTICULARIZADA.

Considerações gerais

Quando uma criança nasce, são grandes as expectativas da família em relação àquele novo ser. Passada a gravidez e a tensão do parto, agora as preocupações são outras no sentido de verificar se a criança está bem e, no futuro, se estará se desenvolvendo bem. Assim, uma família com um filho que pode ter alguma alteração ortopédica, naturalmente fica apreensiva em relação ao tratamento, resultados e expectativas.
Alguns diagnósticos podem ser realizados antes do nascimento, de modo que há um período de preparação, outros problemas só são observados com o nascimento.
A primeira atitude dos pais e parentes próximos de uma criança que nasce com alguma afecção ortopédica será orientar-se com o pediatra ou com o ortopedista sobre os problemas e as perspectivas de tratamento. Devem ser evitadas consultas afoitas a sites da internet, pois nem sempre as informações são confiáveis e, muitas vezes, são de natureza leiga.
O pediatra é o profissional que seguirá a criança durante todo seu desenvolvimento e será sempre o referencial para a família que deverá recorrer a ele para indicação de outro profissional para tratar problemas de outras especialidades.
Apresentaremos, a seguir, algumas condições que, pela minha experiência, são mais frequentes ou mais importantes. As informações aqui contidas devem servir apenas para orientação geral e jamais substituem uma consulta com o profissional. Deve também ser levada em consideração que há diferentes opiniões e tratamentos conforme o profissional e pelo fato de ser diferente, não quer dizer que esteja errado.