Ortopedia e Traumatologia da Criança e do Adolescente

AS ORIENTAÇÕES AQUI APRESENTADAS DESTINAM-SE AOS PACIENTES E SEUS FAMILIARES. FOI ESCRITA EM LINGUAGEM LEIGA,
EVITANDO-SE TERMOS TÉCNICOS. EMBORA NOSSA INTENÇÃO SEJA CONTRIBUIR COM INFORMAÇÕES GERAIS, ELAS NÃO SUBSTITUEM
AS ORIENTAÇÕES DADAS PELO SEU MÉDICO, QUE CONHECE OS DETALHES DO SEU PROBLEMA E PODERÁ, DE FATO, REALIZAR
ORIENTAÇÃO EFETIVA E PARTICULARIZADA.

Fraturas na criança

As fraturas na criança são muito frequentes, a maioria delas simples e tratadas com gesso. Quando ocorre desvio dos ossos pode ser necessária a redução (colocar no lugar). A criança tolera bem gesso e se recupera rapidamente de alguma atrofia que tenha se instalado. Outro ponto importante é que se ficar algum desvio ele pode se corrigir com o crescimento, mesmo alguns ecurtamentos.
Sempre se procura fazer a imobilização funcional, isto é, de modo a permitir a função como escrever e se locomover. Entretanto, para algumas fraturas isso não é possível.
As fraturas expostas são aquelas em que o osso se comunica com um ferimento na pele e são operadas para impedir infecção.
Há um grupo muito importante de fraturas que são exclusivas da criança que são aquelas que acometem a placa de crescimento. Algumas destas fraturas devem ser operadas, pois há risco do osso não crescer ou se deformar com o desenvolvimento da criança.